O Instituto

  • Fernanda Soares
  • 02/mar/2017
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Histórico

O Instituto Líderes do Amanhã (ILA) foi idealizado pelo movimento “Espírito Santo em Ação” (http://www.es-acao.org.br/), organização não governamental formada por empresas e empresários que acreditam em um Espírito Santo melhor.

Em 2011, após identificar um déficit de lideranças capixabas imbuídas de valores sólidos e com potencial de contribuir para a construção de um Estado referência, um dos projetos do “Espírito Santo em Ação” culminou na criação do ILA (http://www.lideresdoamanha.org.br/).

Nesse contexto, o ILA surge como uma associação voltada à formação e ao amadurecimento de novos líderes empresariais capixabas, com o compromisso de colaborar para a melhoria contínua do ambiente de negócios do Espírito Santo, por meio de ações alinhadas com os valores da instituição.

A associação ao ILA é voluntária e por adesão, sendo realizada por meio de um processo seletivo anual. Atualmente, o instituto possui 66 membros, que representam um total de 31 empresas com atuação no Espírito Santo.

Para a capacitação de seus associados, o ILA aplica uma metodologia de formação dissociada do sistema formal de educação, caracterizada pela realização de encontros semanais visando a geração e o compartilhamento de conteúdo profissional prático e teórico – dentre eles, palestras, estudos de livros, júris simulados e visitas técnicas.

Missão

Formar jovens lideranças empresariais comprometidas com o modelo de organização econômica, social e política para o Espírito Santo e para o Brasil, baseado no ideal democrático de liberdades e garantias individuais, subordinadas ao estado de direito.

Visão

Ser um instituto de excelência na formação de jovens lideranças empresariais capixabas, tornando-se um dos principais agentes de mudança no ambiente de negócios do Espírito Santo, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e que goze de liberdade nos planos político, econômico, social e intelectual.

Valores

ORDEM: Respeito às normas jurídicas, ao sistema democrático, às instituições sociais legal e democraticamente constituídas, a autonomia e interdependência entre os três poderes, a garantia da segurança jurídica, entre outros aspectos correlatos.

PROGRESSO: Questionamento do status quo vigente, objetivando proporcionar a mudança social, no sentido de aperfeiçoar os elementos constituintes da ordem, sem ameaçá-los, pois, essa ameaça poderia levar a desestruturação das instituições sociais.

ÉTICA: Consciência moral que julga e avalia as ações humanas, no sentido de identificar e classificá-las como boas ou más; certas ou erradas; justas ou injustas; verdadeiras ou falsas.

RESPONSABILIDADE SOCIAL: Preocupação sócio-ambiental, no sentido de desenvolver ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida na sociedade, sobretudo preocupando-se com a utilização de recursos de forma sustentável.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO: Direito da livre manifestação de opiniões, palavras, ideias e pensamentos, desde que respeitada as normas jurídicas, os usos e costumes e a cultura em que se está inserido.

ECONOMIA DE MERCADO: Liberdade de ação dos agentes econômicos sem a intervenção de governos que, em princípio atuariam para regulamentar o funcionamento dos mercados, assegurando a ordem jurídica e o cumprimento de contratos.

RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL: Responsabilidade sobre os atos e escolhas individuais, sobretudo sobre as consequências por elas produzidas, sejam elas traduzidas em recompensas e punições.

JUSTIÇA: Sistema legal impessoal e imparcial em que todos são tratados com igualdade, assegurando que cada um receba o que é seu, em conformidade com o direito.

PROPRIEDADE PRIVADA: Respeito ao fruto do trabalho e garantia da privacidade, visto aqui como o direito que assegura ao seu titular poderes de usar, gozar e dispor de algo, em princípio de modo absoluto, exclusivo e perpétuo.